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Política

Deputado diz que investigado é servidor da Polícia Civil de MS

Gabinete do deputado não tem ligação com as investigações, conforme declaração
Gabriel Maymone -
Gaeco em frente a um condomínio em Campo Grande nesta terça-feira (7) (Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)

O deputado estadual Jamilson Name (PP) emitiu nota à imprensa esclarecendo não ter relação alguma com a Operação Gutenberg, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado), nesta terça-feira (7).

Conforme a nota, Eronivaldo da Silva Vasconcelos Júnior, conhecido como Júnior Vasconcelos, que é ex-prefeito de , não atua como chefe de gabinete. Ele é escrivão da Polícia Civil e está cedido para atuar no gabinete do deputado para exercer funções administrativas.

Na nota, Jamilson Name também afirmou prestar respeito às instituições e entende que as investigações devem ocorrer com responsabilidade e observando o devido processo legal.

Ainda, conforme a nota, o deputado diz que “manifesta sua confiança de que Júnior Vasconcelos terá assegurados todos os seus direitos constitucionais, especialmente a ampla defesa e o contraditório, preservando-se a presunção de , princípio fundamental do Estado Democrático de Direito. O deputado acredita que todos os esclarecimentos necessários serão prestados às autoridades competentes e confia que a verdade dos fatos prevalecerá“, reforçando que exerce seu mandato com respeito e responsabilidade em defesa da população sul-mato-grossense.

A reportagem buscou posicionamento da assessoria da Polícia Civil, que encaminhou a demanda para a Corregedoria. Até o momento, não houve manifestação.

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(Revisão: Dáfini Lisboa)

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