Nesta quarta-feira (15), os EUA decidiram impor taxação adicional de 25% nos produtos brasileiros. O prazo para que o governo americano tomasse a decisão se encerra nesta quarta-feira (15). A medida ocorre após pedido de investigação solicitado por Eduardo Bolsonaro.
A medida foi recomendada pelo USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) e encaminhada ao presidente Donald Trump após o encerramento das negociações com o governo brasileiro.
Ao longo das últimas semanas, o Brasil e os EUA discutiram um acordo incluindo contatos diplomáticos e uma reunião entre os presidentes dos dois países.
Embora tenha decidido pela tarifação, Washington aumentou a lista de exceções em que eles são mais dependentes do Brasil, a fim de se proteger economicamente e evitar uma possível inflação em determinados produtos importados pelo país, como café, suco de laranja, celulose e aeronaves.
Entenda como começou a investigação sobre as tarifas
No mês de junho deste ano, o Escritório do Representante de Comércio dos EUA finalizou uma investigação aberta quase um ano antes, com informações na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, dispositivo que permite ao governo americano apurar possíveis barreiras comerciais em outros países.
O órgão destacou que algumas políticas brasileiras seriam “irracionais” ou “restritivas” e, assim, poderiam prejudicar empresas exportadoras dos Estados Unidos. Desta forma, o órgão propôs uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.
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