Após uma longa tarde escalando um poste de energia no Jardim São Conrado, em Campo Grande, um gato foi resgatado nesta segunda-feira (17). Apesar de a cena parecer bonita, pelo empenho das equipes de resgate, o caso acende um alerta sobre os cuidados com esses animais e sobre o risco à segurança deles e dos tutores, no caso de tentativa de resgate sem os equipamentos necessários e sem profissionais treinados.
Conforme o relato de moradores, o agora famoso “gato-aranha” teria subido ao poste para fugir de cachorros, mas acabou não conseguindo descer. Os vizinhos acreditam que o animal seja de rua, já que nenhum tutor foi identificado.
Mas, para esse tipo de situação, qual o melhor tipo de ajuda que os moradores podem oferecer ou fazer para retirar o animal da situação de risco, não só pela altitude, mas também pelo risco de choque elétrico?
Entre as orientações, uma das principais é para que os moradores não tentem fazer o resgate por conta própria, mas que acionem as equipes de resgate e atendimento da concessionária de energia, neste caso, pelo fato de o animal estar entre fios de alta tensão.
Em um primeiro momento, a primeira reação da maioria da população é o acionamento das equipes do Corpo de Bombeiros para o resgate, mas, por outro lado, no caso de locais com tensão de energia, os bombeiros devem ser chamados como segunda opção.
Conforme o Corpo de Bombeiros, nesses casos que envolvem a rede de energia elétrica, a recomendação é acionar primeiramente as equipes da concessionária de energia, já que pode ser necessário o desligamento da rede antes do salvamento do animal, neste caso, o gato.
Após o acionamento da concessionária, caso as equipes precisem de apoio, a própria empresa deverá acionar o Corpo de Bombeiros para atuação integrada no local, já que a corporação atua com o resgate, seja em local impróprio, seja em situações de risco, incluindo animais domésticos, silvestres, peçonhentos, entre outros.
Além dos bombeiros, para entendermos como funciona esse salvamento dos animais em situações de risco, o Jornal Midiamax acionou a concessionária responsável pelo fornecimento de energia e pela manutenção da rede elétrica para as devidas orientações. Até o fechamento da reportagem, não houve posicionamento oficial, e o espaço segue aberto para manifestações.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)








