Após ter negada pelo Iphan-MS (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) a aprovação de projeto de construção de um novo prédio para a Feira Central, a Prefeitura de Campo Grande segue com negociações para buscar tal aprovação.
A autorização do Iphan é necessária, pois a área onde está localizada a Feira Central é tombada como patrimônio histórico. O projeto da Prefeitura prevê investimentos de R$ 40 milhões para a reforma.
De acordo com o secretário da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), André de Moura Brandão, mesmo após anos de impasses, as negociações continuam.
“Estamos em uma ação conjunta com o Governo do Estado e o Iphan. Estamos, neste momento, em discussão do projeto que estava proposto, antes da minha gestão, mas estamos discutindo tecnicamente. Não está parado, mas existe a discussão. A verba que havia sido garantida permanece”, explicou.
O projeto de reforma
O projeto prevê investimento de R$ 40 milhões em uma estrutura de 11.500 metros de área a ser construída, distribuída em dois andares. O térreo, com 5,5 mil m² de área construída, será reservado para as 58 bancas de hortigranjeiros e o espaço de venda dos demais produtos.

No segundo pavimento, com 6 mil metros quadrados, haverá um espaço multiuso de 700 m² destinado a eventos como apresentações musicais e artísticas. O lugar terá arquibancada retrátil, uma praça na entrada em referência ao Japão e anfiteatro ao ar livre.
No pavimento superior, também haverá um setor de alimentação, com 2,8 mil m² divididos em 30 restaurantes centrais, com capacidade para 920 lugares. Haverá uma praça de alimentação dividida em 10 setores. Todo o complexo terá estacionamento para 500 veículos.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)





