Quem disse que só gente precisa fazer tomografia? Em Mato Grosso do Sul, até os tamanduás-bandeiras passam por exames de imagem durante o acompanhamento veterinário. Um vídeo compartilhado nesta sexta-feira (23), pelo Programa de Conservação do Tamanduá-Bandeira, mostra um pouco como funciona esse cuidado com os animais.
Por trás das garras enormes, do focinho comprido, também existe um organismo que precisa de atenção especial. E, quando é necessário investigar melhor a saúde desses gigantes do Cerrado, a tecnologia entra em cena.
Além das avaliações de rotina e da coleta de amostras, os veterinários podem recorrer a exames como raio-X, ultrassom e tomografia. São recursos que permitem observar o interior do corpo e identificar possíveis alterações sem precisar de cirurgia.
Exame especial
No vídeo, o médico-veterinário Henrique Riva, do Icas (Instituto de Conservação de Animais Silvestres), explica como os avanços da medicina veterinária ampliaram as possibilidades de diagnóstico e tratamento, através de exames feitos em parceria com um hospital veterinário.
“Com a evolução da medicina veterinária, a gente passou a ter acesso a alguns exames que antes não existiam dentro da nossa área, por exemplo, a tomografia, a ressonância. Com esses exames, vão facilitar o diagnóstico e também facilitar o tratamento”, explica o profissional.
Confira:
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(Revisão: Dáfini Lisboa)









