Weslley Ferreira foi executado na noite de sábado (24), na Vila Nídio Bofo, em Batayporã, cidade a 306 quilômetros de Campo Grande. A vítima chegava à casa de um amigo quando foi atingida por disparos de arma de fogo.
Conforme o site local Nova News, Weslley estava descendo do carro no momento em que dois homens se aproximaram e efetuaram os disparos. A vítima foi atingida, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Após efetuar os disparos, os suspeitos fugiram em um carro e ainda não foram localizados. Até o momento, não há informações mais detalhadas sobre o caso.
Equipes das polícias Civil e Militar e a Perícia Técnica foram acionadas. O caso é investigado.
Operação Descarrilho
Segundo a imprensa local, Weslley teria sido um dos alvos da Operação Descarrilho, que tinha o objetivo de esclarecer homicídios ocorridos na região. Na ocasião, ele foi levado à delegacia, ouvido e liberado.
Os policiais buscam cumprir seis mandados de prisão e 16 de busca e apreensão contra investigados por envolvimento em crimes na região. Os alvos seriam integrantes do Comando Vermelho.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, Ana Vitória é apontada como filha de Gilson Santana dos Santos — assassinado a tiros no último dia 29, no bairro Maria Gonçalves, em Batayporã. Ela teria planejado a morte do próprio pai.
Além do assassinato do pai, ela, que seria integrante do Comando Vermelho, também teria ligação com o assassinato de Natalício Rodrigues dos Santos, conhecido como Pebinha. O crime aconteceu no último dia 5. As investigações também indicam que Ana Vitória participava das decisões tomadas pelo Comando Vermelho.
Participam da operação as equipes do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), da Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), das SIGs (Seções de Investigações Gerais) de Nova Andradina e de Bataguassu, da DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Nova Andradina e das Delegacias de Polícia Civil de Ivinhema e de Angélica.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)








