Um homem de 37 anos foi preso na manhã deste sábado (24), em Rio Verde, a 194 quilômetros de Campo Grande, depois de tentar estuprar a própria cunhada. A vítima, uma mulher de 36 anos, conseguiu escapar depois de entrar em luta corporal com o homem. A mulher ficou ferida e com arranhões pelo corpo.
Conforme o site Rio Verde News, a mulher conseguiu sair de casa e pedir ajuda a uma vizinha. O suspeito foi preso pela Polícia Militar e autuado em flagrante por estupro tentado.
A delegada Danielle Felismino, titular da Delegacia de Polícia Civil de Rio Verde, afirmou que a violência sexual só não foi consumada porque a vítima conseguiu resistir e fugir da residência.
O caso começou por volta das 5h. Conforme o relato da mulher, o cunhado chegou ao imóvel dizendo que precisava de uma receita médica. Como ela não abriu a porta, ele teria chutado a entrada até conseguir invadir a casa.
Já dentro da residência, o homem teria apertado o pescoço da vítima e feito ameaças contra ela e as filhas. O suspeito ainda tentou obrigá-la a seguir até um dos quartos. Ainda segundo o depoimento, ele teria ameaçado matar as filhas da vítima caso ela não cedesse.
A mulher reagiu e entrou em luta corporal com o homem. Ela conseguiu se desvencilhar, sair da casa e buscar ajuda. Segundo o registro policial, o suspeito ainda teria debochado da situação, dizendo que a vítima estaria brincando e que seria “doida”. Em seguida, ele deixou o local.
Cerca de 30 minutos depois, o homem retornou ao imóvel. A esposa dele, que é irmã da vítima, também estava na residência. Houve nova luta corporal e o suspeito acabou contido por populares até a chegada da Polícia Militar.
A Polícia Militar foi acionada e encontrou o homem imobilizado no endereço. Ele apresentava comportamento agressivo e sinais de embriaguez. Na delegacia, ele foi autuado em flagrante por estupro tentado.
A delegada também representou pela prisão preventiva do suspeito. Segundo ela, o pedido leva em consideração a forma como o crime teria sido praticado e a necessidade de garantia da ordem pública. Para a delegada, o modus operandi adotado na ação indica elevada periculosidade. O pedido de prisão preventiva ainda depende de decisão do Poder Judiciário.






